{"id":21997,"date":"2024-02-29T16:53:33","date_gmt":"2024-02-29T16:53:33","guid":{"rendered":"https:\/\/viviruruguay.com\/acordos-de-livre-comercio-uruguai\/"},"modified":"2024-02-29T16:53:33","modified_gmt":"2024-02-29T16:53:33","slug":"acordos-de-livre-comercio-uruguai","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/viviruruguay.com\/pt-br\/acordos-de-livre-comercio-uruguai\/","title":{"rendered":"Acordos de livre com\u00e9rcio Uruguai"},"content":{"rendered":"<h2>Introdu\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p>Desde 1991, o Uruguai se juntou \u00e0 Argentina, ao Brasil e ao Paraguai para formar parte do Mercado Comum do Sul (MERCOSUL), um grupo ao qual a Venezuela tamb\u00e9m se juntou em 2012.<\/p>\n<p>Esse movimento em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 integra\u00e7\u00e3o regional foi fortalecido pela assinatura de tratados internacionais em \u00e1reas como bens, servi\u00e7os, compras governamentais, investimentos e preven\u00e7\u00e3o de dupla tributa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, gra\u00e7as \u00e0 sua localiza\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica estrat\u00e9gica e a uma estrutura atraente de incentivos ao investimento, o Uruguai tem dezessete acordos comerciais ativos com 18 pa\u00edses, que oferecem vantagens no com\u00e9rcio de mercadorias e tr\u00eas pactos espec\u00edficos sobre servi\u00e7os, posicionando o pa\u00eds como uma porta de entrada privilegiada para mercados de import\u00e2ncia econ\u00f4mica significativa.<\/p>\n<p>A estabilidade pol\u00edtica e social, uma economia robusta, juntamente com um sistema jur\u00eddico confi\u00e1vel, proporcionam um ambiente seguro para os investidores.<\/p>\n<p>Esse ambiente \u00e9 apoiado por mais de 30 tratados de promo\u00e7\u00e3o e prote\u00e7\u00e3o de investimentos e 21 tratados para evitar a dupla tributa\u00e7\u00e3o, consolidando assim a atratividade do Uruguai como destino de investimentos.<\/p>\n<h2>Acordos com prefer\u00eancias em bens e servi\u00e7os:<\/h2>\n<h3><strong>MERCOSUL<\/strong><\/h3>\n<p>O MERCOSUL representa a<strong> quinta maior economia do mundo<\/strong>, e as empresas sediadas no Uruguai t\u00eam acesso a um mercado expandido de 276 milh\u00f5es de consumidores e um Produto Interno Bruto (PIB) de US$ 3,3 trilh\u00f5es.<\/p>\n<p>Gra\u00e7as \u00e0 sua localiza\u00e7\u00e3o central na regi\u00e3o do MERCOSUL, <strong>o Uruguai est\u00e1 estrategicamente situado no cora\u00e7\u00e3o de uma \u00e1rea com altos n\u00edveis de popula\u00e7\u00e3o e renda<\/strong>, abrangendo 90 milh\u00f5es de pessoas em um raio de 1.500 km, uma \u00e1rea caracterizada por intensa atividade industrial e agr\u00edcola.<\/p>\n<p>Em 1991, o Uruguai juntou-se \u00e0 Argentina, ao Brasil e ao Paraguai para assinar um tratado que deu origem ao Mercado Comum do Sul (MERCOSUL), marcando o in\u00edcio de uma acelera\u00e7\u00e3o na abertura econ\u00f4mica do Uruguai para uma integra\u00e7\u00e3o mais profunda, que evoluiu de uma \u00e1rea de livre com\u00e9rcio para um mercado comum.<\/p>\n<p>O Tratado <strong>de Assun\u00e7\u00e3o<\/strong>, o tratado fundador do MERCOSUL, <strong>estabeleceu a livre circula\u00e7\u00e3o de bens, servi\u00e7os e fatores produtivos entre os pa\u00edses membros, eliminando progressivamente as restri\u00e7\u00f5es tarif\u00e1rias e n\u00e3o tarif\u00e1rias<\/strong>.<\/p>\n<p><strong>A Venezuela ingressou no bloco em 2006 e tornou-se membro pleno em 2012, embora esteja atualmente suspensa<\/strong>.<\/p>\n<p><strong>A Bol\u00edvia, por sua vez, assinou sua ades\u00e3o em 2012<\/strong>, e sua ades\u00e3o est\u00e1 em processo de ratifica\u00e7\u00e3o pelos parlamentos dos pa\u00edses membros.<\/p>\n<p>Desde 1995, o MERCOSUL implementou uma Tarifa Externa Comum (CET), que varia de 0% a 35%, com aproximadamente 30% das tarifas em 4% ou menos e 7% acima de 20%, sendo os setores t\u00eaxtil, de vestu\u00e1rio e cal\u00e7ados os mais afetados pelas tarifas mais altas.<\/p>\n<p><strong>Os pa\u00edses membros podem aplicar exce\u00e7\u00f5es \u00e0 CET, permitindo varia\u00e7\u00f5es nas tarifas entre os pa\u00edses.<\/strong>  O Uruguai, por exemplo, aplica uma tarifa m\u00e9dia de 9,4%, inferior \u00e0 m\u00e9dia do MERCOSUL de 11,9%, gra\u00e7as a exce\u00e7\u00f5es como listas nacionais (225 produtos), tarifas reduzidas para bens de capital, TI, comunica\u00e7\u00f5es e outros setores espec\u00edficos.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, o Uruguai se beneficia de regimes especiais que permitem a isen\u00e7\u00e3o ou redu\u00e7\u00e3o de tarifas em determinados casos, notadamente a admiss\u00e3o tempor\u00e1ria de insumos usados na produ\u00e7\u00e3o de bens para exporta\u00e7\u00e3o, um regime de importa\u00e7\u00e3o de insumos agr\u00edcolas sem tarifas e um regime de promo\u00e7\u00e3o de investimentos com benef\u00edcios semelhantes para bens de capital em projetos aprovados.<\/p>\n<p>Em termos de <strong>com\u00e9rcio <\/strong> intra-regional <strong>, o Uruguai tem 100% de prefer\u00eancia tarif\u00e1ria para exporta\u00e7\u00f5es para os quatro parceiros plenos do Mercosul, exceto nos setores automotivo e a\u00e7ucareiro e para produtos provenientes de Zonas de Livre Com\u00e9rcio, que s\u00e3o regidos por regras espec\u00edficas <\/strong>.  <\/p>\n<p>No <strong>setor automotivo<\/strong>, o Uruguai tem acordos bilaterais com a Argentina e o Brasil que garantem acesso preferencial total a esses mercados para produtos automotivos, sujeito a um regime de origem preferencial e cotas m\u00e1ximas anuais. As exporta\u00e7\u00f5es para a Venezuela tamb\u00e9m desfrutam de prefer\u00eancias significativas.<\/p>\n<p>Por fim, embora as exporta\u00e7\u00f5es das<strong> Zonas de Livre Com\u00e9rcio<\/strong> geralmente n\u00e3o sejam cobertas pelas prefer\u00eancias do Mercosul, uma decis\u00e3o recente permite que produtos origin\u00e1rios do bloco ou de terceiros pa\u00edses com acordos relevantes realizem <strong>tarefas log\u00edsticas nessas zonas sem perder sua origem, sob certas condi\u00e7\u00f5es, a partir de junho de 2019<\/strong>.<\/p>\n<h3><strong>MERCOSUL &#8211; CHILE<\/strong><\/h3>\n<p>Em outubro de 1996, foi lan\u00e7ado um acordo de livre com\u00e9rcio entre o MERCOSUL e o Chile, conhecido como Acordo de Complementa\u00e7\u00e3o Econ\u00f4mica N\u00b0 35 sob a nomenclatura ALADI.<\/p>\n<p><strong>Atualmente, todas as exporta\u00e7\u00f5es uruguaias t\u00eam prefer\u00eancia tarif\u00e1ria total (100%) no Chile.<\/strong><\/p>\n<p>A cria\u00e7\u00e3o dessa \u00c1rea de Livre Com\u00e9rcio foi materializada por meio de um programa de liberaliza\u00e7\u00e3o comercial que incluiu redu\u00e7\u00f5es tarif\u00e1rias graduais at\u00e9 2012, exceto para alguns produtos considerados sens\u00edveis.<\/p>\n<p>Em 2008, o Uruguai e o Chile aceleraram a implementa\u00e7\u00e3o dessas prefer\u00eancias m\u00fatuas por meio de um acordo espec\u00edfico. Desde fevereiro de 2010, as exporta\u00e7\u00f5es provenientes ou origin\u00e1rias de zonas de livre com\u00e9rcio no Uruguai desfrutam de uma isen\u00e7\u00e3o total de tarifas no Chile.<\/p>\n<h3><strong>MERCOSUL &#8211; BOL\u00cdVIA<\/strong><\/h3>\n<p>Em fevereiro de 1997, outro acordo de livre com\u00e9rcio entrou em vigor, desta vez entre o MERCOSUL e a Bol\u00edvia, denominado Acordo de Complementa\u00e7\u00e3o Econ\u00f4mica n\u00ba 36 da ALADI.<\/p>\n<p><strong>Todas as exporta\u00e7\u00f5es uruguaias, exceto aquelas provenientes ou origin\u00e1rias de zonas de livre com\u00e9rcio, est\u00e3o atualmente se beneficiando de uma prefer\u00eancia tarif\u00e1ria de 100% na Bol\u00edvia.<\/strong><\/p>\n<p>A implementa\u00e7\u00e3o de uma \u00c1rea de Livre Com\u00e9rcio com a Bol\u00edvia foi realizada por meio de um esquema de liberaliza\u00e7\u00e3o comercial que incluiu redu\u00e7\u00f5es tarif\u00e1rias progressivas at\u00e9 2014, deixando as exporta\u00e7\u00f5es da zona de livre com\u00e9rcio uruguaia fora das prefer\u00eancias desse acordo. A Bol\u00edvia assinou sua ades\u00e3o ao MERCOSUL em dezembro de 2012, e a ades\u00e3o plena est\u00e1 pendente de ratifica\u00e7\u00e3o parlamentar pelos pa\u00edses membros.<\/p>\n<p>Prev\u00ea-se que o regime tarif\u00e1rio e de origem entre a Bol\u00edvia e o MERCOSUL seguir\u00e1 o mesmo esquema que j\u00e1 permite uma prefer\u00eancia de 100% entre as partes.<\/p>\n<h3><strong>MERCOSUL &#8211; COL\u00d4MBIA, EQUADOR E VENEZUELA<\/strong><\/h3>\n<p>O acordo de livre com\u00e9rcio entre o MERCOSUL e os pa\u00edses da Comunidade Andina de Na\u00e7\u00f5es, Col\u00f4mbia, Equador e Venezuela entrou em vigor em 2005, com o nome de Acordo de Complementa\u00e7\u00e3o Econ\u00f4mica N\u00b0 59, de acordo com a nomenclatura da ALADI.<\/p>\n<p>A partir desse ano, foi estabelecida uma \u00c1rea de Livre Com\u00e9rcio por meio de um esquema de liberaliza\u00e7\u00e3o comercial que envolvia redu\u00e7\u00f5es tarif\u00e1rias escalonadas.<\/p>\n<p>O ECA 59 estabeleceu diferentes cronogramas e prazos para as diferentes partes, resultando em diferentes prefer\u00eancias comerciais entre os pa\u00edses envolvidos.<\/p>\n<p>Com rela\u00e7\u00e3o ao com\u00e9rcio bilateral entre o Uruguai e esses tr\u00eas pa\u00edses, o processo de elimina\u00e7\u00e3o de tarifas foi conclu\u00eddo em 1\u00ba de mar\u00e7o de 2018.<\/p>\n<h3><strong>MERCOSUL &#8211; PERU<\/strong><\/h3>\n<p>Em 2006, o Acordo de Complementa\u00e7\u00e3o Econ\u00f4mica N\u00b0 58 entre o MERCOSUL e o Peru foi ativado, seguindo a classifica\u00e7\u00e3o da ALADI, estabelecendo uma \u00c1rea de Livre Com\u00e9rcio por meio de um processo de liberaliza\u00e7\u00e3o comercial que incluiu uma redu\u00e7\u00e3o tarif\u00e1ria gradual.<\/p>\n<p>Esse acordo, conhecido como ACE 58, apresenta cronogramas e calend\u00e1rios espec\u00edficos de redu\u00e7\u00e3o de tarifas para cada pa\u00eds signat\u00e1rio, resultando em diferentes prefer\u00eancias comerciais entre eles.<\/p>\n<p>A fase de liberaliza\u00e7\u00e3o do com\u00e9rcio entre o Peru e o Uruguai foi conclu\u00edda em 1\u00ba de janeiro de 2017. Ap\u00f3s essa data, as \u00fanicas restri\u00e7\u00f5es que permanecem s\u00e3o para produtos explicitamente exclu\u00eddos (como a\u00e7\u00facar, \u00e1lcool et\u00edlico e pneus recauchutados ou usados) e aqueles para os quais os crit\u00e9rios de origem ainda n\u00e3o foram definidos (mais de 800 itens, principalmente no setor t\u00eaxtil e de vestu\u00e1rio).<\/p>\n<p>Para os produtos listados no Anexo I do acordo, as prefer\u00eancias se aplicam somente \u00e0s tarifas especificadas. O acordo entre o MERCOSUL e o Peru exclui mercadorias produzidas ou provenientes de zonas de livre com\u00e9rcio ou \u00e1reas alfandeg\u00e1rias especiais.<\/p>\n<h3><strong>MERCOSUL &#8211; CUBA<\/strong><\/h3>\n<p>O acordo de livre com\u00e9rcio entre o MERCOSUL e Cuba, conhecido como Acordo de Complementa\u00e7\u00e3o Econ\u00f4mica N\u00b0 62 de acordo com a ALADI, entrou em vigor em 2008.<\/p>\n<p>Isso estabelece uma lista detalhada de produtos que se beneficiam de prefer\u00eancias tarif\u00e1rias, desde que estejam em conformidade com o regime de origem aplic\u00e1vel.<\/p>\n<p>Embora o programa de redu\u00e7\u00e3o de tarifas seja uniforme para todos os pa\u00edses participantes, as listas de produtos variam entre as na\u00e7\u00f5es signat\u00e1rias.<\/p>\n<p><strong>O Uruguai desfruta de acesso livre de impostos para aproximadamente 32% de sua oferta export\u00e1vel (de acordo com a nomenclatura negociada) e tem prefer\u00eancias fixas para outros 7% dos produtos.<\/strong><\/p>\n<p>Os setores com maior acesso ao mercado cubano, considerando a propor\u00e7\u00e3o de itens com livre acesso em rela\u00e7\u00e3o ao n\u00famero total de itens por setor, incluem medicamentos, m\u00e1quinas e aparelhos el\u00e9tricos, pl\u00e1sticos, ve\u00edculos automotores e artigos de couro.<\/p>\n<h3><strong>MERCOSUL &#8211; \u00cdNDIA<\/strong><\/h3>\n<p>O primeiro Acordo de Com\u00e9rcio Preferencial assinado pelo MERCOSUL, desta vez com a \u00cdndia, foi ativado em 1\u00ba de junho de 2009. Esse pacto estabelece prefer\u00eancias tarif\u00e1rias fixas para uma sele\u00e7\u00e3o limitada de produtos, abrangendo 452 produtos do MERCOSUL e 450 da \u00cdndia.<\/p>\n<p><strong>As redu\u00e7\u00f5es tarif\u00e1rias geralmente est\u00e3o na faixa de 10% a 20%.<\/strong><\/p>\n<p>As prefer\u00eancias concedidas pela \u00cdndia ao MERCOSUL se estendem a v\u00e1rios setores, sendo particularmente not\u00e1veis em categorias como m\u00e1quinas e equipamentos mec\u00e2nicos, extratos de curtimento e tingimento, algod\u00e3o, instrumentos \u00f3pticos e fotogr\u00e1ficos e produtos qu\u00edmicos org\u00e2nicos.<\/p>\n<h3><strong>MERCOSUL &#8211; ISRAEL<\/strong><\/h3>\n<p>Em dezembro de 2007, o MERCOSUL assinou um acordo de livre com\u00e9rcio com Israel, que entrou em vigor no Uruguai em dezembro de 2009.<\/p>\n<p><strong>Esse acordo levou \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de uma \u00c1rea de Livre Com\u00e9rcio por meio de um processo de liberaliza\u00e7\u00e3o comercial, que incluiu redu\u00e7\u00f5es tarif\u00e1rias programadas at\u00e9 2018, aplic\u00e1veis uniformemente aos pa\u00edses membros do Mercosul.<\/strong><\/p>\n<p>Cerca de 96% dos produtos, de acordo com a nomenclatura negociada, podem entrar em Israel a partir do Uruguai com isen\u00e7\u00e3o de impostos desde antes de 2015. Esse benef\u00edcio tamb\u00e9m se estende a produtos origin\u00e1rios ou provenientes de zonas francas.<\/p>\n<h3><strong>MERCOSUL &#8211; Acordo de Uni\u00e3o Aduaneira da \u00c1frica Austral<\/strong><\/h3>\n<p>Esse acordo entrou em vigor em 1\u00ba de abril de 2016, marcando um primeiro passo para a liberaliza\u00e7\u00e3o do com\u00e9rcio por meio da aplica\u00e7\u00e3o de prefer\u00eancias tarif\u00e1rias fixas, com o objetivo de estabelecer uma \u00c1rea de Livre Com\u00e9rcio.<\/p>\n<p><strong>Ambas as partes se comprometeram a avaliar melhor as formas de expandir o acesso a seus respectivos mercados.<\/strong><\/p>\n<p>Do universo tarif\u00e1rio negociado, 45% t\u00eam uma prefer\u00eancia de 100% para entrar na Uni\u00e3o Aduaneira da \u00c1frica Austral a partir do Uruguai.<\/p>\n<h3><strong>MERCOSUL &#8211; EGITO<\/strong><\/h3>\n<p>O Acordo de Livre Com\u00e9rcio assinado entre o MERCOSUL e o Egito ocorreu em San Juan, Argentina, em 2 de agosto de 2010, e entrou em vigor em 1\u00ba de setembro de 2017.<\/p>\n<p><strong>Esse pacto introduziu a cria\u00e7\u00e3o de uma \u00c1rea de Livre Com\u00e9rcio por meio de um processo de liberaliza\u00e7\u00e3o gradual do com\u00e9rcio.<\/strong><\/p>\n<p>A programa\u00e7\u00e3o de redu\u00e7\u00e3o de tarifas est\u00e1 organizada em quatro categorias: A) imediato, B) em 4 anos, C) em 8 anos, e D) em 10 anos.<\/p>\n<p>No in\u00edcio do acordo, 25% dos produtos negociados foram imediatamente beneficiados com a elimina\u00e7\u00e3o total das tarifas, e espera-se que, em oito anos, mais de 60% do total de produtos negociados desfrutem dessa prefer\u00eancia de 100%.<\/p>\n<h3><strong>URUGUAI &#8211; M\u00c9XICO<\/strong><\/h3>\n<p>O Uruguai assinou um acordo bilateral de livre com\u00e9rcio com o M\u00e9xico em novembro de 2003, que foi implementado em julho de 2004, sob o Acordo de Complementa\u00e7\u00e3o Econ\u00f4mica ALADI N\u00b0 60.<\/p>\n<p>Esse acordo garante acesso 100% livre de impostos para os produtos uruguaios no M\u00e9xico, embora existam alguns produtos, principalmente l\u00e3, queijo e leite em p\u00f3, que se beneficiam de cotas preferenciais espec\u00edficas para exporta\u00e7\u00e3o ao M\u00e9xico.<\/p>\n<p><strong>A maioria dos produtos tem prefer\u00eancias tarif\u00e1rias fixadas em 28%, embora alguns possam chegar a 90%.<\/strong><\/p>\n<p>H\u00e1 um n\u00famero limitado de produtos que s\u00e3o exclu\u00eddos dessas prefer\u00eancias, especialmente no setor de vestu\u00e1rio, embora tamb\u00e9m haja exclus\u00f5es em outras \u00e1reas.<\/p>\n<p>No que diz respeito ao setor automotivo, a rela\u00e7\u00e3o comercial entre o Uruguai e o M\u00e9xico \u00e9 regulada por um acordo anterior entre o MERCOSUL e o M\u00e9xico, datado de janeiro de 2003, identificado como Acordo de Complementa\u00e7\u00e3o Econ\u00f4mica ALADI n\u00ba 55.<\/p>\n<p><strong>De acordo com esse acordo, o Uruguai pode exportar sem limita\u00e7\u00f5es quantitativas e sem tarifas autom\u00f3veis, ve\u00edculos de carga com peso total m\u00e1ximo de at\u00e9 8.845 kg, tratores e determinadas autope\u00e7as especificadas no acordo.<\/strong><\/p>\n<h2>Acordos de promo\u00e7\u00e3o e prote\u00e7\u00e3o de investimentos do Uruguai<\/h2>\n<h3>Vis\u00e3o geral<\/h3>\n<p>Atualmente, o Uruguai tem 30 Acordos de Promo\u00e7\u00e3o e Prote\u00e7\u00e3o de Investimentos em vigor com 31 pa\u00edses. Esses acordos variam em termos de inclus\u00e3o de cl\u00e1usulas pr\u00e9-estabelecidas, como os acordos com o Canad\u00e1, Chile, Jap\u00e3o, M\u00e9xico e Estados Unidos, ou se concentram em aspectos p\u00f3s-estabelecimento sem incluir elementos de liberaliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h3>Cobertura e garantias abrangentes<\/h3>\n<p>A cobertura desses acordos \u00e9 ampla, oferecendo garantias significativas aos investidores, principalmente devido \u00e0 inclus\u00e3o de uma defini\u00e7\u00e3o aberta de investimento na maioria deles. Apenas cinco acordos t\u00eam uma defini\u00e7\u00e3o espec\u00edfica de investimento, mas mesmo esses casos t\u00eam uma cobertura ampla.<\/p>\n<h3>Princ\u00edpios fundamentais para investidores<\/h3>\n<p>Esses acordos garantem aos investidores estrangeiros princ\u00edpios fundamentais, como a cl\u00e1usula da na\u00e7\u00e3o mais favorecida, tratamento justo e equitativo, prote\u00e7\u00e3o contra expropria\u00e7\u00e3o e liberdade de transfer\u00eancia. Al\u00e9m disso, eles estabelecem mecanismos para a solu\u00e7\u00e3o de controv\u00e9rsias entre investidores e Estados.<\/p>\n<h3>Acordos espec\u00edficos<\/h3>\n<p><strong>Uruguai-Canad\u00e1:<\/strong> inclui disposi\u00e7\u00f5es pr\u00e9-estabelecidas com determinadas reservas e compromissos setoriais equivalentes aos do Acordo Geral sobre Com\u00e9rcio de Servi\u00e7os da OMC.<\/p>\n<p><strong>Uruguai-EUA:<\/strong> Abrange prote\u00e7\u00f5es de investimento desde o pr\u00e9-estabelecimento, com reservas em determinadas \u00e1reas, como pesca, comunica\u00e7\u00f5es e transporte.<\/p>\n<p><strong>Uruguai-M\u00e9xico:<\/strong> cont\u00e9m um cap\u00edtulo de prote\u00e7\u00e3o de investimentos com disposi\u00e7\u00f5es pr\u00e9-estabelecidas, ainda em negocia\u00e7\u00e3o sobre determinadas reservas.<\/p>\n<p><strong>Uruguai-Chile:<\/strong> Estabelece reservas em setores espec\u00edficos, limitando parcialmente o tratamento nacional e os compromissos de na\u00e7\u00e3o mais favorecida.<\/p>\n<p><strong>Uruguai-Jap\u00e3o:<\/strong> Apresenta um acordo de \u00faltima gera\u00e7\u00e3o que protege os investimentos desde o pr\u00e9-estabelecimento e estabelece uma estrutura legal baseada na n\u00e3o discrimina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h3>Protocolo INTRA-MERCOSUL<\/h3>\n<p>O Protocolo de Coopera\u00e7\u00e3o e Facilita\u00e7\u00e3o de Investimentos INTRA-MERCOSUL, assinado em 2017 e em vigor a partir de 2019 para o Brasil e o Uruguai, busca promover a coopera\u00e7\u00e3o e facilitar o investimento direto no bloco. Esse protocolo abrange princ\u00edpios para o tratamento de investimentos e estabelece uma estrutura para a preven\u00e7\u00e3o de disputas, bem como agendas tem\u00e1ticas para coopera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Introdu\u00e7\u00e3o Desde 1991, o Uruguai se juntou \u00e0 Argentina, ao Brasil e ao Paraguai para formar parte do Mercado Comum do Sul (MERCOSUL), um grupo ao qual a Venezuela tamb\u00e9m se juntou em 2012. 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